A experiência digital deixou de ser suporte e passou a ser fator decisivo de retenção e engajamento. Na prática, não é apenas sobre tecnologia, mas sobre como o colaborador vive o dia a dia com sistemas, ferramentas e fluxos de trabalho. Quando há atrito, como múltiplos acessos, plataformas lentas e processos pouco integrados, isso gera fricção contínua que impacta produtividade, experiência e percepção de valor da empresa.
Esse cenário fica ainda mais sensível com a chegada de profissionais mais conectados, como a Geração Z, que já espera fluidez, simplicidade e agilidade como padrão. Nesse contexto, a experiência digital passa a integrar a proposta de valor ao colaborador e deixa de ser responsabilidade exclusiva da TI, envolvendo também RH e liderança. Empresas que estruturam melhor essa jornada conseguem maior retenção e eficiência, enquanto ambientes com baixa maturidade digital perdem talentos mesmo oferecendo bons pacotes de benefícios.
Segundo Carlos Eduardo Maia, diretor de Recursos Humanos da Positivo Tecnologia, dentro da perspectiva da organização, esse movimento reforça diretamente o papel do Digital Workplace como eixo de experiência e produtividade, conectando tecnologia, pessoas e operação em um fluxo contínuo. Ao integrar serviços, infraestrutura e suporte de ponta a ponta, a organização reduz fricções e amplia eficiência, permitindo que o colaborador foque no que realmente gera valor. Isso está alinhado ao propósito de tornar a vida das pessoas e das organizações mais inteligente com o uso da tecnologia.
No fim, a “guerra por talentos” passa a ser também uma disputa por experiência. Quem entrega fluidez digital, entrega produtividade, engajamento e permanência.
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