automação e a inteligência artificial vêm transformando o Digital Workplace, mas parte do tempo economizado pode ser consumida pela supervisão das próprias ferramentas. Em artigo publicado no GestãoRH, Octavio Carvalho De Vasconcellos, Diretor de Negócios e Operações da Positivo S+, aborda o chamado botsitting — trabalho humano necessário para fornecer contexto, conferir resultados, corrigir erros e repetir comandos — e como esse esforço pode reduzir os ganhos proporcionados pela automação.
Com base em dados do Work AI Index 2026 e em outros levantamentos citados na matéria, o conteúdo destaca a importância de avaliar não apenas o uso das ferramentas, mas também o impacto da automação sobre o trabalho. Indicadores como tempo total da jornada, reincidência de erros, quantidade de etapas, chamados de suporte, retrabalho e intervenções humanas ajudam a compreender os resultados da automação.
A matéria também aponta que organizações com melhores resultados em inteligência artificial apresentam probabilidade quase três vezes maior de redesenhar seus fluxos de trabalho, mostrando a importância de transformar a arquitetura das atividades, e não apenas adicionar novas tecnologias aos processos existentes. Nesse contexto, a Digital Employee Experience (DEX) é apresentada como uma forma de analisar a jornada completa do colaborador e identificar frustrações e etapas que ainda exigem esforço desnecessário.
Leia a matéria completa no GestãoRH e entenda como medir o impacto real da automação no Digital Workplace.