A inteligência artificial está ampliando tanto a capacidade dos ataques quanto os recursos disponíveis para a defesa. No artigo assinado por Carlos Maurício Ferreira, CEO Brasil & LATAM da Positivo S+, e Ângelo Rodrigues, Gerente de Segurança da Informação da Positivo S+, os autores mostram por que tratar a IA apenas como um novo vetor de risco produz uma visão incompleta sobre a segurança da informação.
O artigo destaca como a inteligência artificial pode apoiar as operações de segurança, especialmente na correlação de eventos, redução de falsos positivos, análise de indicadores e priorização de alertas. Ao mesmo tempo, os autores reforçam que os resultados produzidos por IA precisam estar associados à validação, rastreabilidade e responsabilidade humana.
Outro ponto central é a necessidade de proteger a própria inteligência artificial. Dados, instruções, integrações, credenciais, modelos e saídas também precisam estar submetidos a controles de segurança e governança. Nesse contexto, o uso não autorizado de ferramentas de IA pelos colaboradores reforça a importância de políticas claras, classificação da informação, controle de acesso, ferramentas autorizadas e monitoramento.
Carlos Maurício e Ângelo também abordam o avanço da velocidade dos ataques e defendem uma abordagem baseada em automação, inteligência de ameaças e resposta assistida. Para os autores, segurança e inovação devem caminhar de forma complementar, com a governança acompanhando dados, identidades, modelos, fornecedores e respostas a incidentes.
O artigo também apresenta o conceito de Secure AI by Design, destacando a importância de incorporar segurança desde a concepção de modelos, agentes e integrações, com controles de identidade, proteção de dados, rastreabilidade, validação contínua e monitoramento.
Acesse o artigo completo no Tele.Síntese e confira a análise de Carlos Maurício Ferreira e Ângelo Rafael sobre os desafios de proteger os negócios e, ao mesmo tempo, utilizar a inteligência artificial como parte da estratégia de defesa.