Cristiane Martins (Hospital Sírio-Libanês)
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Nem toda carreira segue um plano traçado desde cedo: muitas das melhores transições para a tecnologia nascem de acasos e da coragem de dizer “por que não?”. A migração da enfermagem para a área de tecnologia de um hospital não veio de insatisfação, pelo contrário, foi na assistência que se desenvolveram competências valiosas, como empatia, decisão rápida e olhar para as pessoa.
O que fez a mudança dar certo não foi o conhecimento técnico prévio, e sim a bagagem do negócio: conhecer a rotina hospitalar e a realidade de quem usa os sistemas permite enxergar muito além da ferramenta e desenhar soluções que conversam com a ponta.
No fim, migrar para a tecnologia não significou abandonar a saúde, e sim ampliar a forma de cuidar e a bagagem de origem se revelou justamente o maior diferencial.
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